Descrição do Procedimento:
Remuneração: A posição remuneratória de referência é a correspondente à 2.ª posição remuneratória, nível 14 da TRU, a que corresponde atualmente o montante pecuniário de 1 393,88€, sem prejuízo da determinação de outro posicionamento remuneratório, sempre que a posição remuneratória do/a candidato/a que já se encontre nesta carreira especial for superior à remuneração de referência.
Suplemento mensal: 0,00€.
Caracterização do posto de trabalho: Funções de natureza essencialmente executiva, de aplicação de boas práticas, métodos e processos, com base em orientações e instruções estabelecidas, de grau médio de complexidade, na área de sistemas e tecnologias de informação. Participação em projetos de desenvolvimento, implementação ou evolução de sistemas e tecnologias de informação. Apoio à execução de atividades de gestão, administração, monitorização, manutenção, formação e apoio à utilização de sistemas e tecnologias de informação, garantindo o seu bom funcionamento e a segurança da informação tratada e armazenada por estes.
Requisitos de admissão
Requisitos de admissão: Podem ser admitidos/as ao presente procedimento concursal trabalhadores/as com vínculo de emprego público titulado por contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, que cumpram os requisitos para a constituição de relação jurídica, ou seja: a) Nacionalidade Portuguesa, quando não dispensada pela Constituição, convenção internacional ou lei especial; b) 18 anos de idade completos; c) Não inibição do exercício de funções públicas ou não interdição para o exercício daquelas que se propõe desempenhar; d) Robustez física e perfil psíquico indispensável ao exercício das funções; e) Cumprimento das leis de vacinação obrigatória.
Habilitação literária: Nível 4 ou superior do Quadro Nacional de Qualificações, nos termos do ponto 48 Informática da área 4 Ciências, Matemática e Informática da CNAEF, aprovada pela Portaria n.º 256/2005, de 16 de março, do Catálogo Nacional das Qualificações, previsto no Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de dezembro, na sua redação atual.
Descrição da habilitação: Nível 4 ou superior do Quadro Nacional de Qualificações, nos termos do ponto 48 Informática da área 4 Ciências, Matemática e Informática da CNAEF, aprovada pela Portaria n.º 256/2005, de 16 de março, do Catálogo Nacional das Qualificações, previsto no Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de dezembro, na sua redação atual.
Locais de trabalho
Serviços centrais da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto, em Viseu.
Total de postos de trabalho: 1.
Formalização das candidaturas
Envio de candidaturas para: rh@apcvd.gov.pt
Data da publicitação: 13/02/2026
Data limite: 06/03/2026
Contacto: 232244150
As candidaturas deverão ser formalizadas, no prazo de 15 dias úteis contados a partir da publicitação do presente aviso na Bolsa de Emprego Público (BEP), mediante requerimento dirigido ao Presidente da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) e enviado obrigatoriamente para o email rh@apcvd.gov.pt até ao último dia do prazo para a apresentação de candidaturas.
Os/As candidatos/as deverão entregar, sob pena da candidatura não ser considerada, os seguintes documentos:
a) Formulário de candidatura ao procedimento concursal, disponível https://www.apcvd.gov.pt/instrumentos-de-gestao/ , no separador “Recrutamento”, datado e assinado; b) Curriculum vitae detalhado, datado e assinado, do qual conste, designadamente, a identificação, as habilitações literárias e profissionais, com indicação das funções que exerce, bem como as que exerceu e atividades relevantes, a formação profissional detida, com indicação das ações de formação finalizadas, entidades que as promoveram, duração e datas de realização, juntando fotocópias dos respetivos certificados, sob pena de as mesmas não serem consideradas, bem como qualquer outro elemento que considere relevante para a apreciação curricular; c) Fotocópias dos certificados de habilitações académicas; d) Fotocópias dos certificados de formação profissional relativos às ações de formação frequentadas e concluídas e mencionadas no Curriculum Vitae; e) Declaração emitida pelo serviço ou organismo de origem, com data posterior à do presente aviso, onde conste inequivocamente a natureza do vínculo à Administração Pública, a antiguidade na categoria e na carreira e remuneração auferida; f) Declaração emitida pelo serviço ou organismo onde o/a candidato/a se encontra a exercer funções, da qual constem as atividades e responsabilidades inerentes ao posto de trabalho que ocupa; g) Declaração emitida pelo serviço ou organismo onde o/a candidato/a se encontra a exercer funções, da qual constem as avaliações nos 3 últimos ciclos avaliativos com nota homologada.
Métodos de seleção a utilizar:
Ao abrigo das alíneas a) e b) do n.º 2 e n.º 3 do artigo 36.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (LTFP), conjugado com o artigo 17.º da Portaria, os candidatos serão selecionados por recurso aos Métodos de Seleção seguintes:
A. Avaliação curricular (AC), cuja aplicação obedece ao disposto na alínea a) do n.º 2 do artigo 36.º da LTFP e na alínea c) do n.º 1 e nos números 4 e 5 do art.º 17.º, bem como na alínea c) do n.º 2 do art.º 20.º e ainda números 1, 3, 4 e 5 do art.º 21.º da Portaria, em que se consideram os elementos de maior relevância para o Posto de Trabalho a ocupar, designadamente:
i. Experiência profissional (EP), cuja valorização assenta na experiência com incidência sobre execução de atividades atinentes ao Posto de Trabalho em causa, em função do maior ou menor contacto orgânico-funcional com a referida área, sendo contabilizado como tempo de experiência profissional, o que se encontre devidamente comprovado.
ii. Habilitação académica, será ponderada a titularidade e grau detidos pelo/a candidato/a;
iii. Formação profissional relacionada com as exigências e as competências;
iv. Avaliação de desempenho dos três últimos ciclos avaliativos com nota homologada.
B. A Entrevista de Avaliação de Competências (EAC), será de caráter público e com uma duração máxima de 20 minutos. Visa obter informações sobre comportamentos profissionais diretamente relacionados com as competências consideradas essenciais para o exercício da função, evidenciados durante a interação estabelecida entre o/a entrevistador/a e o/a entrevistado/a, nomeadamente os relacionados com a capacidade de comunicação e de relacionamento interpessoal.
C. Aos candidatos que afastem os métodos anteriormente referidos, ou que não se enquadrem no disposto no n.º 2 do artigo 36.º da LTFP, é aplicado o Método de Seleção de Prova de Conhecimentos (PC) e Entrevista de Avaliação de Competências (EAC), conforme alínea a) do n.º 1, n.º 3, e n.º 4 do art.º 36.º da LTFP e alínea a) e d) do n.º 1, números 4 e 5 do art.º 17.º, alínea a) e n.º 2 do art.º 20.º e números 1, 3, 4 e 5 do art.º 21.º da Portaria.
Conteúdos da Prova de Conhecimentos - Decreto Regulamentar n.º 10/2018, de 3 de outubro; Portaria n.º 108/2019, de 11 de abril; Administração de M365; Conhecimentos básicos de Azure MC; Privacidade, segurança e integridade de sistemas de informação; Arquitetura de sistemas de informação; Auditoria e qualidade dos sistemas de informação; Boas práticas na construção de websites; Gestão e administração de sistemas, bases de dados e redes de comunicações;
D. A classificação final (CF) dos candidatos, obedece ao disposto nas alíneas c) e d) do n.º 1 do art.º 37.º da LTFP e nos números 4 e 5 do art.º 17.º, art.º 23.º, art.º 24.º e n.º 1 do art.º 26.º da Portaria, sendo obtida numa escala de 0 a 20 valores, considerando-se a valoração até às centésimas, mediante a aplicação das seguintes fórmulas de acordo com a situação em causa: CF = (AC x 60%) + (EAC x 40%) ou CF = (PC x 60%) + (EAC x 40%), em que: CF = Classificação Final; AC = Avaliação Curricular; PC = Prova de Conhecimentos; EAC = Entrevista de Avaliação de Competências.
Composição do Júri:
Presidente: Paulo Fontes, Diretor do Departamento de Segurança e dos Eventos Desportivos (DSED) na Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD).
Vogais efetivos: José Dias Santos, Chefe de Divisão do Gabinete de Apoio à Presidência (GAP), na APCVD, que substitui o Presidente do Júri nas suas faltas e impedimentos e João Fernando Gregório Ferreira – Especialista de sistemas e tecnologias de informação no mapa de pessoal da APCVD, em comissão de serviço no Conselho Superior da Magistratura.
Vogais suplentes: Jorge Miguel Pereira Figueiredo, Técnico Superior do GAP na APCVD e António José Ferreira Rainho, Técnico Superior da DSED, na APCVD;